Ombro

Marcação

Luxação do ombro

A luxação do ombro ocorre quando a articulação desloca, ou seja, quando o úmero sai da sua posição normal em frente da cavidade glenóide da omoplata.

Surge geralmente após um traumatismo violento ou na sequência de uma queda.

Esta luxação costuma dar origem a uma ruptura do labrum(denominada “lesão de Bankart”) que, se não cicatrizar convenientemente dará origem a uma luxação recidivante – o ombro volta a deslocar sempre que colocado em determinadas posições.

Pode também dar origem a dores persistentes ou a uma sensação de instabilidade (“ombro solto”) que interferem com a normal actividade profissional ou desportiva.

Este problema necessita de uma intervenção cirúrgica para a sua resolução.

 

Ruptura da coifa dos rotadores

A “coifa dos rotadores” refere-se a um conjunto de tendões que existem no ombro à volta da cabeça do úmero. Estes tendões têm uma actividade constante na mobilização do ombro e braço e no posicionamento da mão. A ruptura destes tendões é muito frequente e pode surgir com um traumatismo violento ou devido ao desgaste sofrido com os movimentos repetitivos da actividade profissional ou desportiva.

Os sintomas são geralmente uma dor persistente, inclusivamente de noite, e que agrava com esforços associada a falta de força e incapacidade de realizar tarefas com a mão acima do nível do ombro.

Pela sua frequência, a ruptura da coifa deve ser suspeitada sempre que exista uma dor no ombro que persiste após 3 meses de tratamento.

Muitas vezes a “tendinite” corresponde na verdade a uma ruptura da coifa que não estava correctamente diagnosticada.

A ruptura destes tendões não cicatriza por si só e vai progredindo lentamente com o tempo. Por este motivo deve ser feito um diagnóstico precoce e instituído o tratamento adequado o mais cedo possível.

 

Tendinite e Tendinopatia Calcificada

A tendinite é um termo frequentemente usado quando existem dores no ombro.

A tendinite refere-se a uma inflamação dos tendões da coifa dos rotadores, conjunto de tendões do ombro que circundam a cabeça do úmero, e surge geralmente devido a traumatismo ou esforço violento ou esforços moderados mas repetitivos.

Pode também surgir uma variante, a Tendinopatia Calcificada, em que surgem pequenos depósitos de cálcio (“pedras”) dentro dos tendões. Esta doença pode progredir, as calcificações podem aumentar progressivamente de volume e podem dar mais ou menos dores e incapacidade. Geralmente esta doença resolve espontaneamente mas se persistir e se interferir com a actividade da vida diária deve ser procurado tratamento diferenciado.

Infelizmente a tendinite muitas vezes progride para uma ruptura da coifa e necessita de um tratamento diferenciado pelo que se deve procurar um diagnóstico correcto se as dores persistirem por mais de 3 meses.

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